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Livro Desinfecção e Esterelização QuímicaLivro Química Ambiental - Uma ciência ao alcance de todos

Livro Introdução a Química Ambiental




( JORGE MACEDO )
Imperdíveis: R$185.00
 
Jorge Antônio Barros de Macedo
2ª Edição REVISADA e ATUALIZADA!
1044 páginas | 5 Capítulos
ISBN: 85-901568-8-5
ISBN-13:
Ano: 2006
Índice e demais informações nos detalhes aba
 

Índice

Capítulo 01

Avaliação de Impactos Ambientais

I- Introdução

II- Histórico a nível mundial

III- Histórico a nível nacional sobre legislação na área ambiental

IV- Algumas definições importantes

V- Métodos de avaliação de impactos ambientais

V.1- Método Ad Hoc

V.2- Listagens de Controle (Checklist)

V.2.1- Listagens de controle simples

V.2.2- Listagens de controle descritivas

V.2.3- Listagens de controle escalares

V.2.4- Listagens de controle escalares ponderadas

V.3- Matrizes de Interação

V.4- Redes de Interação (Diagramas de Sistemas)

V.5- Superposição de cartas

V.6- Modelos de simulação

VI- Classificação dos Impactos e Equipe Elaboradora

VI.1- Classificação dos Impactos Ambientais

VI.2- Equipe Elaboradora

VII- Elementos Básicos da Análise de Avaliação de Impactos Ambientais

VIII- Grandes crimes e/ou grandes desastres ambientais

IX- Bibliografia

Capítulo 02

Resíduos Sólidos

I- Introdução

II. Histórico de algumas legislações e normas envolvendo resíduos sólidos.

II.1- Decretos, Leis, Resoluções, Portarias envolvendo resíduos.

II.2- Normas técnicas

III. Resíduos sólidos: conceitos, classificação

III.1- Conceitos

III.2- Classificação

IV. Resíduos domiciliares

IV.1- Produção de resíduos domiciliares no Brasil e outros países.

IV.2-  Manejo de resíduos sólidos domiciliares.

IV.3- Destino final dos resíduos domiciliares

IV.3.1- Coleta seletiva

IV.3.2- Simbologia de alguns materiais

IV.3.3- Reciclagem

IV.3.3.1- Aço

IV.3.3.2- Alumínio

IV.3.3.3- Metal

IV.3.3.4- Papel e papelão

IV.3.3.5- PET

IV.3.3.6- Plásticos

IV.3.3.7- Pneus

IV.3.3.8- Vidro

IV.3.3.9- Isopor

IV.3.3.10- Lâmpadas fluorescentes

IV.3.3.11- Pilhas e baterias

IV.3.3.12- Óleos lubrificantes e comestíveis

a- Quantos litros de água 1(um) litro de óleo de cozinha utilizado pode contaminar?

b- História do sabão e fórmulas para fazer sabão caseiro com restos de óleo de cozinha.

c- Informações complementares sobre o sabão

IV.3.3.13- Embalagens Longa Vida

V- A Logística Reversa e Avaliação do Ciclo de Vida (ACV)

V.1- Logística Reversa

V.2- A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) - (Life Cycle Thinking)

VI- A visão da população sobre atitudes ambientalmente corretas.

VII- Destino final

VII.1- Compostagem e vermicompostagem

VII.1.1- Compostagem

VII.1.2- Degradação aeróbia de resíduos sólidos urbanos.

VII.1.3- Tipos de Leiras

VII.1.4- Vermicompostagem

VII.1.5- Dimensionamento de pátios para compostagem/ vermicompostagem.

VII.1.5- Digestão anaeróbia de resíduos sólidos urbanos.

VIII- Resíduos da área de saúde.

VIII.1- Definições

VIII.1.1– Manejo

VIII.1.1.1- Segregação

VIII.1.1.2- Acondicionamento

VIII.1.1.3- Identificação

VIII.1.1.4- Transporte Interno

VIII.1.1.5- Armazenamento Temporário

VIII.1.1.6- Tratamento

VIII.1.1.7- Armazenamento Externo

VIII.1.1.8- Coleta e Transporte Externo

VIII.1.1.9- Disposição Final

VIII.2- Resíduos sólidos da área de saúde -Legislação

VIII.2.1- Grupo A

VIII.2.1.1- Sub-grupo A1

VIII.2.1.2- Sub-grupo A2

VIII.2.1.3- Sub-grupo A3

VIII.2.1.4- Sub-grupo A4

VIII.2.1.5- Sub-grupo A5

VIII.2.2- Grupo B

VIII.2.3- Grupo C

VIII.2.4- Grupo D

VIII.2.5- Grupo E

VIII.3- Manejo de cada tipo de resíduo sólido

VIII.3.1- Sub-Grupo A1

VIII.3.2- Sub-Grupo A2

VIII.3.3- Sub-Grupo A3

VIII.3.4- Sub-Grupo A4

VIII.3.4- Sub-Grupo A5

VIII.4- Grupo B

VIII.5- Grupo C

VIII.6- Grupo D

VIII.7- Grupo E

VIII.8- Apêndices da Resolução ANVISA 306/2004

VIII.9- Geração de resíduos em unidades de saúde

VIII.10- Tratamento de resíduos da área de saúde

VIII.10.1- Características físicas e químicas de resíduos

VIII.10.2- Taxa de geração de resíduos de serviços de saúde

VIII.10.3- Sistemas de Tratamento e Disposição Final

VIII.10.3.1- Segregação e acondicionamento

VIII.11- Fatores condicionantes do planejamento e cálculos para estimativa da capacidade da lavanderia hospitalar.

VIII.12- Incineração

VIII.13- Pirólise

VIII.14- Esterilização

VIII.14.1- Esterilização a vapor - autoclavagem

VIII.14.2- Esterilização a seco ou inativação térmica

VIII.14.3- Esterilização por radiação ionizante ou Irradiação

VIII.14.4- - Esterilização com vapor e microondas

VIII.14.5- Esterilização por gases

VIII.14.6- Esterilização por tocha de plasma

VIII.15- Desinfecção Química

VIII.16- Desativação eletrotérmica

VIII.17- Disposição final no solo

VIII.17.1- Valas Sépticas

VIII.17.2- Calagem

VIII.17.3- Aterros sanitários

VIII.17.4- Custos operacionais dos principais processos de tratamento de RSS.

IX- Produção de energia através de resíduos sólidos.

IX.1- Aterro sanitário energético

IX.2- Chorume

IX.2.1- Tratamento de chorume

IX.2.1.1- Tratamentos biológicos aeróbios e anaeróbios

IX.3- Seleção de área para aterro sanitário

IX.4– Digestão anaeróbia para estabilização da fração orgânica de resíduos sólidos urbanos (FORSU)

IX.5- Produção de gás

IX.6- A tecnologia B.E.M.

X- Resíduos da construção civil, resíduos radioativos, resíduos industriais.

XI- Referências Bibliográficas

Capítulo 03

Poluição Hídrica

I- Introdução

II- Ciclo Hidrológico

III- Principais Fontes de Poluição

IV– Uso dos Recursos Hídricos

V- Classificação dos Resíduos Sólidos Industriais

VI– Conseqüências da Poluição das Águas

VII– Parâmetros Indicativos da Poluição das Águas

VII.1- Físicos

VII.1.1- Cor

VII.1.2- Turbidez

VII.1.3- Sabor, odor

VII.1.4- Sólidos

VII.1.5- Temperatura

VII.1.6- Condutividade

VII.2- Químicos

VII.2.1- Conteúdo iônico

VII.2.2- Combinações hipotéticas do conteúdo iônico com base em uma análise de água

VII.2.3- Avaliação da produtividade de Nutrientes

VII.2.3.1- Introdução

VII.2.3.2- Eutrofização

VII.2.4-  Conteúdo orgânico

VII.2.4.1- Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO)

VII.2.4.2- Demanda química de oxigênio (DQO)

VII.2.4.3- Carbono orgânico total (COT)

VIII- Caracterização dos Efluentes

VIII.1- Carga orgânica das estações de tratamento de esgotos

VIII.2- Equivalentes populacionais

VIII.3- Características dos esgotos domésticos e industriais

VIII.4- Problemas envolvendo cálculos estimados para esgotos

VIII.5- Soluções dos Problemas

IX- Bibliografia

Capítulo 04

Metais pesados

I- Introdução

II- Arsênio

III- Bário

IV- Cádmio

V- Chumbo

VI- Cobre

VII- Crômio

VIII- Manganês

IX- Mercúrio

X- Zinco

XI- Resumo da contaminação por metais

XII- O Brasil e a importação de resíduos perigosos

XII.1- O Brasil na Convenção da Basiléia

XIII- Bibliografia

Capítulo 05

Agroquímicos

I- Introdução

II- Os agrotóxicos

III- Definição e classificação dos agrotóxicos

IV- Fertilizantes e corretivos

V- Pesticidas

VI- Exemplos de Pesticidas

VI.1- Inseticidas clorados

VI.1.1- DDT e análogos

VI.1.2- BHC e Lindane

VI.1.3- Análogos Halogenados

VI.1.4- Derivados de metilas

VI.1.5- Inseticidas ciclodienos

VI.1.6- Análogos dimetoxi

VI.1.7- Ponte de oxigênio

VI.1.8- Episulfeto

VI.2- Inseticidas fosforados e clorofosforados (organo-fosforados) e carbamatos

VI.2.1- Organofosforados

VI.2.2- Carbamatos

VI.3- Outros exemplos de agrotóxicos

VI.4- Outros exemplos de estrutura de química de agrotóxicos

VII- Embalagens de agrotóxicos

VII.1- Legislação brasileira

VII.2- Importância da tríplice lavagem e da lavagem sob pressão

VII.3- Características das embalagens

VII.3.1- Ciclo de vida das embalagens

VII.3.2- Evolução nas embalagens

VII.3.3- Embalagens modernas

VII.3.4- Tipos de embalagens comercializadas

VII.3.4.1- Embalagens Rígidas

VII.3.4.2- Embalagens Flexíveis

VII.3.4.3- Embalagens coletivas

VII.3.4.4-  Embalagens plásticas no Brasil

VII.4- Alternativas para o destino final

VII.4.1- Incineração

VII.4.2- Co-processamento em fornos de clinquer (queima com recuperação de energia)

VII.4.3- Queima a céu aberto

VII.4.4- Enterro na propriedade

VII.4.5-  Aterro sanitário licenciado

VII.4.6-  Reciclagem controlada

VII.4.7- Embalagens de metal

VII.4.8- Embalagens de vidro

VII.4.9- Embalagens de papelão, cartolina e de papel

VII.4.10-  Embalagens plásticas rígidas

VII.4.11- Tempo de absorção de alguns materiais

VIII- Bibliografia

Capítulo 06

Chuva Ácida

I- Introdução

II- Revisão bibliográfica

II.1- Histórico

II.2- Definição

II.3- Formação

II.4- Fontes de emissão de contaminantes

II.5- Efeitos da Chuva Ácida

II.6- Ocorrências de Chuva Ácida em alguns países

III- A Política da Chuva Ácida

III.1- Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS)

III.2- A importância de continuar pesquisando a chuva ácida

IV- Bibliografia

Capítulo 07

Produtos Orgânicos Persistentes, etc...

I- Introdução

II- Produtos Orgânicos Persistentes (POP’s)

III- Dioxinas

IV- DEHP [di-(-2-etilhexil) ftalato]

V- PCB’s (bifenis policlorados)

VI- Hidrocarbonetos poliaromáticos  (PAH’s)

VII- Amianto (Asbesto)

VIII- VOC’s (Compostos orgânicos voláteis)

VIII.1- Avaliação da emissão de VOC’s no Brasil

VIII.2- Outras informações

IX- Critérios técnicos para destruição de POP’s

IX.1- Tecnologias mais antigas de tratamento e disposição de POP’s

IX.1.1- Armazenamento

IX.1.2- Enterro em aterros sanitários

IX.1.3- Injeção em poço profundo

IX.1.4- Sistemas de combustão

IX.1.4.1- Incineradores de Resíduos Perigosos

IX.1.4.2- Incineradores e redução de lixo

IX.1.4.3- Fornos de cimento

IX.2- Tecnologias modernas de destruição

IX.2.1- Redução de substâncias químicas em fase gasosa (Gás-phase Chemical Reduction)

IX.2.2- Oxidação eletroquímica (Electrochemical oxidation)

IX.2.3- Pirólise em metal fundido ( Molten Metal Pirolysis)

IX.2.4- Oxidação em sal fundido (Molten Salt Oxidation)

IX.2.5- Tecnologia por elétrons solvatados (SET- Solvated Electron Technology)

IX.2.6- Oxidação em água supercrítica (Supercritical water oxidation)

IX.2.7- Arco Plasma (Plasma Arc)

IX.2.8- Hidrogenação catalítica (Catalytic Hydrogenation)

IX.2.9- Decloração catalizada por base (BCD – Base Catalyzed Dechlorination)

X- O direito a informação e a produção limpa

XI- Bibliografia

Capítulo 08

Poluição Difusa

VIII.1- Introdução

VIII.2- Poluição pontual e difusa

VIII.3- Avaliação do impacto do lançamento da drenagem urbana sobre o corpo receptor e a resposta do ecossistema.

VIII.4- Controle da poluição difusa

VIII.4.1- Prevenir a entrada de poluentes no runoff.

VIII.4.2- Aumentar as áreas permeáveis

VIII.4.3- Tratar o runoff através de BMPs.

VIII.5- Legislação

VIII.6- Impermeabilização do solo

VIII.7- Impactos hidrológicos devido a impermeabiliza- ção do solo

VIII.8- Impactos físicos devido a área impermeável

VIII.9- Impactos biológicos devido à impermeabilização dos solos

VIII.10- Impactos na qualidade da águas pluviais devido à impermeabilização do solo

IX- Teoria do first flush

IX.1- Introdução

IX.2- Pesquisas de Robert Pitt

IX.3- Universidade de Massachusets, USA

IX.4- Conclusões sobre first flush

IX.5- Método volumétrico e Método da Vazão

IX.6- Volume para melhoria da Qualidade das Águas Pluviais (WQv)

X- Grupo das opções de BMPs

X.1- Introdução

X.2- Classificação das BMPs em grupos

X.3- BMPs de práticas estruturais

X.4- BMPs de práticas não-estruturais

X.5- BMP grupo 1- Infiltração

X.6- BMP grupo 2- Filtração

X.7- BMP grupo 3- Detenção

X.8- BMP grupo 4- Práticas não estruturais: planejamen-tos

X.9- BMP grupo 5- Práticas não estruturais: pós-desenvolvimento: limpeza de ruas, manutenção de ruas, manutenção de gramados, limpeza nas casas

X.10- Medidas estruturais que não atendem totalmente o WQv.

X.11- Critérios de projetos e requisitos das BMPs

X.12- Matriz de remoção de poluentes

X.13- Medidas da EPA para controle de descargas de águas pluviais

X.14- As BMPs realmente funcionam?

X.15- Prevenir é a melhor cura

X.16- Monitoramento

X.17- Escolha da BMP adequada

X.18- Impacto ambiental

X.19- Remoção de poluentes em série

X.20- Remoção de poluentes em série - método usado na Georgia, USA.

X.21- Classificação das BMPs

X.21.1- Controle à montante (controle no lote)

X.21.2- Controle à jusante

11. Bibliografia

Capítulo 09

Camada de Ozônio e Aquecimento Global

I- Introdução

II- Camada de ozônio

II.1- Radiação ultra-violeta

II.2- Como é destruída a camada de ozônio

II.3- Conseqüências da destruição da camada de ozônio

III. Aquecimento global

III.1-  Introdução

III.2- Efeito estufa

III.3- Oxidantes fotoquímicos

IV- Bibliografia

Capítulo 10

Avaliação e Gerenciamento de Riscos Ambientais

X.1- Introdução

X.2- Implementação das ações de gerenciamento de riscos

X.3- Objetivos de uma política de gestão de riscos e desastres ambientais

X.4- Formato para projetos de prevenção de desastres

X.4.1- Escolha da região e/ou área a estudar

X.4.2- Base cartográfica

X.4.3- Caracterização das bacias hidrográficas

X.4.4- Características sociais e o estado atual de uso dos recursos naturais

X.4.5- Características sociais e o estado atual de uso dos recursos naturais

X.4.6- Ações imediatas para a análise de ameaças natu-rais, redução da vulnerabilidade e prevenção de desastres

X.5- Riscos Ambientais

X.5.1- Conceitos e Tipologia

X.5.2- Métodos de Avaliação de Riscos Ambientais

X.5.2.1- Características da Análise de Riscos

X.5.2.2-  Procedimentos de Análise

X.5.2.3- Métodos de Análise de Risco

I. Análise Preliminar de Riscos (Preliminary Hazard Analysis – PHA)

II. Análise da Árvore de Falhas (Fault Tree Analysis – FTA)

III. Análise de Causa e Consequência (Cause and Consequence Analysis – CCA)

X.6- Mapeamento e Avaliação de Riscos Ambientais

X.7- Avaliação e mapeamento de riscos ambientais em Minas Gerais: estudos de caso

X.7.1- Avaliação de riscos à erosão na área urbana de Juiz de Fora, MG.

X.7.2- Avaliação de riscos à ocupação urbana no bairro Dom Bosco, Juiz de Fora, MG

X.8- Bibliografia


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